"Septivium" designava, durante a Idade Média, a totalidade das artes liberais.Constituído pelo "Trivium" e pelo "Quadrivium".Implica que nenhum assunto será vedado.Relembra também as nossas raízes Cristãs.

04
Dez 11

 

Ainda me hão-de explicar como é que esta figura (ver também aqui e aqui) se tornou, desde há algum tempo, a “esperança” e o expoente máximo, dado como exemplo de "promessa", da política, à esquerda, em Portugal. Mistérios …

publicado por J às 11:29

24
Nov 11

... da classe que já li.

 

"Finalmente, temos os pequeno-burgueses indignados, aliados dos terroristas de norte e sul, agentes infiltrados na sociedade aberta, urbanitas pedantes das grandes cidades ibéricas que vomitam ódio contra o capitalismo e o modo de vida ocidental desde os seus áipádes e áifónes. São meninos mimados e rabugentos que odeiam a democracia excepto quando a democracia tem os resultados desejados (e até são capazes de distinguir a boa e a má democracia dentro do mesmo acto eleitoral). São os piores. São corruptelas de seres humanos que brindam à queda de torres ocidentais ou a às bombas da ETA com champanhe e caviar. São os mais cobardolas da matilha de cães raivosos que ameaça o estilo de vida ocidental (o verdadeiro multiculturalismo, aquele que não cede a práticas bárbaras). Guerreiros do sofá, do teclado e do gin tónico. Mas deixemo-los espumar de fúria enquanto passeamos pelas margens do Guadalquivir, alimentando o olhar com o legado de romanos, árabes, judeus, cristãos e outro meio mundo. Ser civilizado é saber manter a graça debaixo de fogo e, contra os bárbaros, o desprezo é a melhor arma. Se se aproximarem demasiado, então lá teremos que fazer uso de uma mão pesada para educar os meninos."

 

Retirado daqui.

 

publicado por J às 21:14

 

... este conceito canhestro de piquets de greve.

 

Já agora, vi há pouco nas notícicas uma adolescente que se queixava do seu colega, sendo que teve a amabilidade de nos informar o nome próprio e sobrenome da criatura (não que ainda me lembre!), a a sua idade (17 anos) e ainda o número que calça... perdão, o seu estatuto sócio-económico (estudante), tinha sido detido porque, supõe-se, teria ultrapassado os limites do tolerável num número apresentado à frente da escadaria do Palácio de S. Bento.

 

Pergunta: Que diabo estava um puto, precisemos, um menor, a fazer numa manifestação sindical? Não deveria este afinco demonstrado ser aplicado à sua actual função, ou seja, estudar para os exames do 12º ano? Sabiam os pais da criatura para onde ela se tinha movimentado? Autorizaram-no? Se sim, meu caro, apesar de ainda não o seres oficialmente, bem-vindo à idade adulta e à total responsabilização, entre outras, legal, que ela acarreta.

 

 

publicado por J às 20:39

Aqui e aqui.

publicado por J às 20:37

24
Set 11

 

Vai com Deus.

 

publicado por J às 20:24

17
Set 11

 

Há algum tempo foi a “Editorial Verbo” adquirida por Paulo Teixeira Pinto e, correspondentemente, inserida num grupo editorial mais alargado, a “Babel”.

 

Era-me profundamente indiferente à partida esta compra, talvez devidos a certas tendências liberais da minha parte, desde que não afectassem a boa história editorial daquela casa.

 

No entanto, esta compra, logo na altura teve algumas notícias preocupantes.

 

Uma foi o desígnio, proclamado pelo próprio senhorio, de que a edição de novos títulos iria ser coordenada com as restantes chancelas da casa mãe. Este desiderato implicaria que existiriam certos critérios que iriam emanar na direcção de modo a limitar a liberdade editorial que se tinha sentido até então naquela casa.

 

Não se conclua daqui que sempre fui um leitor compulsivo de todas as obras com a chancela da “Verbo”. Os títulos de gastronomia deixavam-me impassível (quanto à comezaina tenho uma postura muito mais prática do que teórica) e quanto aos infantis por, vicissitudes cronológicas, muito lamentadas, já não tenho o devido apetite.

 

No entanto houve uma mudança quase imediata que me deixou insatisfeito.

A “Verbo” deixou de publicar, como tinha sido seu apanágio até então, o suplemento anual à sua Enciclopédia, surpreendentemente nomeado… “Annualia”…

 

 

Ok, o título não era inventivo, mas também não tinha que o ser. Mais, numa publicação ortodoxa a sobriedade será sempre um valor a procurar.

 

Mas, para lá disso, e para mim pior, a “Verbo” interrompeu a tradução da “Enciclopédia Interdisciplinar de Ciência e Fé”, deixando uma publicação inteiramente manca em que dos 3 volumes que constituem a dita enciclopédia apenas o primeiro foi de facto lançado.

 

 

 

Ora, isto representa não só uma manifestação de uma certa inabilidade como também de um tremendo desrespeito por aqueles que, como eu, compraram o 1º volume aguardando a publicação dos restantes.

Aqui fica, então, a chamada de atenção para os responsáveis de tal grupo editorial para a correcção desta situação.

 

De pouco importa a acumular de bens em mera quantidade se eles se tornam improdutivos…

Neste caso, de pouco importa a compra de mais e mais marcas se fazemos com que as editoras adquiridas caiam num marasmo que leve a que percam a qualidade que possuíam no primeiro lugar...

 

 

publicado por J às 15:34

08
Jun 10

 

De Errol Harris “Cosmos e Anthropos”

 

 

 

e “Cosmos e Theos”.

 

Harris elabora uma reflexão filosófica, nestes dois livros, sobre o Princípio Antrópico.

 

 

“O Homem no Universo”, de João Lopes Barbosa.

 

O autor procura traçar um quadro das consequências éticas do Princípio Antrópico.

 

 

“Deus e o Big Bang”, de Daniel C. Matt. Neste caso o autor debruça-se sobre as relações entre a ciência moderna e o Judaísmo Místico Platonizado, a Cabala.

 

 

“Para Além do Big Bang”, de Willem Drees. O autor discute extensamente as relações entre a ciência e a religião, a partir de numerosos autores como Dyson ou Tipler, cuja tese é longamente apresentada.

 

 

 

(cont.)

publicado por J às 11:28

31
Mai 10

 

Deu-se o “Festival da Canção”.

 

Ao contrário dos aparentemente sofisticados reconheço, sem pruridos, que vi a encenação.

Distrai, há uma teatralidade que, admito, por vezes roça o excesso, mas que já faz parte da essência da coisa. E, sejamos honestos, algumas músicas são bastante audíveis.

 

Mas o fundamental, meus amigos, o fundamental são as gatas que executam a interpretação das músicas.

E houveram várias, meus caros.

Mas como eu sou um rapaz saudavelmente patriótico permitam-me que destaque a representante nacional.

 

Uma gata absoluta, além de detentora de dotes estritamente vocais bastante apreciáveis, de nome Filipa Azevedo, com apenas, pasme-se, 18 aninhos.

 

 

 

De cair para o lado...

 


13
Mai 10

 

Há algumas patetices que, de tão patuscas que são, nem sequer merecem menção. Não obstante, e por vias travessas que qualquer mente sadia desconhece, as aleivosias dos desnorteados conseguem ocupar o palco mediático e, desgraçadamente, empestar o espaço público perante o olhar algo pasmado, e ligeiramente enojado, do circunspecto espectador.

 

O que acaba por tornar os dislates dos mentalmente imberbes merecedores da devida refutação e posterior remoção para o manicómio e não o mero esquecimento habitualmente votado aos grunhidos dos imbecis.

 

Na actual visita do Papa é quase doloroso perder um segundo que seja com um assunto tão menor. Quase tão pequeno quanto as cabeças dos proponentes do número. Mas, assim é, torna-se necessário notar os disparates e, convenientemente, desbaratá-los.

 

Como alguém dizia, a malta que fez o Maio de 68 e derivados, não eram propriamente Marxistas, mas simplesmente tolos. O que acabou por se tornar um truísmo quando aplicado aos herdeiros do bando. Outro dos qualificativos mais expressivo será, simplesmente, adolescente retardado. Naturalmente, quase todos estes pacientes de acne mental, em Portugal, agrupam-se em torno da pandilha liderada, não, perdão, coordenada pelo inestimável Anacleto.

 

Ainda assim, surgiram duas inefáveis criaturas recentemente que, pasme-se, padecem, além do correspondente mental, do acne propriamente físico. O acto trágico-cómico já será devidamente conhecido. Com supremo topete estas criaturas decidiram que iriam “distribuir preservativos” aquando da visita do Sucessor de Pedro.

 

Evidentemente, encontrando-se já na antecâmara da militância no bloco, ou, quiçá, já o sendo de facto, não se dão conta da imbecilidade da cena.

 

Os tolos originários, acicatados pelo surgimento da pílula, propalavam o sexo frívolo e despreocupado. O surgimento em força das doenças venéreas, em particular da SIDA, fez perigar a suposta inocência da tribo. Mas, recuperando do choque inicial, rapidamente transpôs a momentânea culpa liberal e encontrou a solução para todos os problemas no preservativo. A pandilha é assim; espúria, analfabeta e leviana.

 

No caso em apreço é necessária mais uma ressalva.

A adolescência é uma época tramada. Uma criatura, nessa fase, possui uma cupidez desmedida. Acredita que o Mundo se espartilha à frágil imagem que faz dele. É o pior tipo de ignorância. Acreditando que sabe, ignora a sua própria ignorância e chafurda no erro.

Pelos 18 anos, ou um indivíduo perde essa ilusão, se modera e torna-se humilde face à complexidade do Real, da Verdade, ou não e inscreve-se no Bloco de Esquerda ou qualquer outra quadrilha similar.

Quanto àquelas criaturas as minhas previsões são as piores.

 

Estranho, particularmente, onde raio se encontram os pais destas figuras enquanto elas nos inquietam com a sua extrema tibieza mental. A esquerda caviar é curiosa por vários motivos, mas um em especial é a implícita crença dos comensais de que realmente poderão viver em permanência à custa dos pais.

Preparem-se para um acordar duro.

publicado por J às 15:23

10
Mai 10

 

Campeão Nacional 2009/2010

 

Somos os maiores!!!

 

Ganda Jesus!!

 

És grande!!

 

Para o ano... Liga dos Campeãos!

Sem espinhas.

 

Este ano, dois únicos reparos. Eliminação na taça de Portugal e na Liga Europa (ou Euro Liga, como o Jesus gostava de dizer).

 

De resto... 5 estrelas.

 

Nasci em 1982 e, confesso, não me lembro de ver o Glorioso a jogar assim.

 

Campeões, Campeões!

Nós somos Campeões!


 


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